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Como posicionar-se diante de diferenças da natureza humana

skynesher / iStock
17 fev 2017
10h00
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Elas eram jovens, tinham o mesmo nome bíblico, eram, para além dessa dupla coincidência, completamente diferentes uma da outra. Uma delas, chata. A outra, uma fofa. Serviriam como exemplo acabado de temperamentos divergentes: a mal-educada e a elegante.

Chata? Mal-educada? Pouco para falar da criatura negativista que coloco em destaque. Ela era destrutiva, uma verdadeira vampira das energias alheias. Pessoa invejosa, implicante, desrespeitosa, encrenqueira e inconveniente. Seu único prazer brotava da crueldade, da maledicência, da perversidade.

Era, como se diz, “um trator”, “uma bruta besta descontrolada”. Tinha problemas com os pais, o cônjuge, os irmãos, os filhos, os cunhados, os colegas de trabalho, os vizinhos. Todos no seu raio de ação acabavam engolidos por fúria e conflito.

O que me chamava atenção, para além do rastro de destruição, era o sofrimento da própria pessoa (ainda que bastante bem dissimulado). Ela sabia perfeitamente que conviver com ela era uma potência de negatividade, um sofrimento – tinha plena consciência de suas intenções e dos golpes baixos que desferia.

A outra, um doce, um mel. Atitudes e posturas construtivas, de amparo e solidariedade, sempre empática e abraçando quem estivesse em apuro ou necessidade. Cinco minutos ao lado bastavam para revelar com quem se estava interagindo, uma “vibe” boa, gentil e agradável.

Claro que ela apanhava algumas vezes. Ingênua, despida para lidar com mediocridades ou maldades, muitas vezes, não era tratada como tratava o mundo e as pessoas ao redor. Mas isso não a machucava, pouco ligava. Seu “franciscanismo” a escudava e colocava afastada dos interesses mesquinhos: ela dava sem nada querer em troca.

No convívio com ambas, aprendi uma importante lição que gostaria de compartilhar. Gente destrutiva semeia profunda infelicidade. Devemos lutar para não sermos uma pessoa assim e para não nos contaminarmos por elas. Como? Bem, se necessário for, riscando tal indivíduo do nosso convívio, apertando a tecla delete.

Por outro lado, complementarmente, devemos buscar conviver (e, preferencialmente, ser) com o positivo da natureza humana. Como? Com alto astral, sorriso aberto, sinceridade franca, ignorando o que não presta e valorizando o lado melhor da vida. Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold ou entrar em contato com ela, clique aqui .

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