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Veja 10 fenômenos da natureza para conhecer antes de morrer

O Parque Nacional de Yellowstone abriga algumas das principais belezas naturais dos Estados Unidos
Foto: Yellowstone NPS / Divulgação
 

Desde milhares de vaga-lumes juntos na Papua-Nova Guiné a beleza da Aurora Boreal nos países nórdicos, a natureza cria espetáculos impressionantes. Confira uma seleção dos fenômenos naturais mais incríveis que deveriam estar no roteiro de qualquer turista, feita pelo site Budget Travel.

Aurora Boreal, Noruega: quando partículas da magnetosfera encontram a atmosfera da Terra, cria-se um dos mais belos espetáculos da natureza. A aurora boreal ocorre principalmente nos países nórdicos como a Noruega, iluminando o céu com luzes de diferentes cores durante as longas noites do inverno.

Migração das Monarcas, México: ano após ano, as borboletas monarcas encaram uma longa migração entre o México e o Canadá. A duas horas da Cidade do México, no Vale de Bravo, milhares de borboletas se reúnem sobre as árvores, com um visual incrível dominado pela cor laranja. O espetáculo é muito popular entre os turistas, que fazem a viagem para ver de perto este fenômeno da natureza.

Desova dos Corais, Bonaire: durante os meses de setembro e outubro de cada ano, a vida sexual dos corais cria um fenômeno surpreendente. Na ilha de Bonaire, nas Antilhas holandesas, as paredes de corais ficam cobertas de esferas coloridas (ovas e esperma), que entram em erupção durante  a noite, num show de luzes e movimento muito apreciado pelos mergulhadores.

Árvores de vaga lumes, Papua Nova Guiné: vaga-lumes costumam criar belos visuais com suas luzes, mesmo quando se trata de um pequeno punhado destes insetos. Imagine então grandes árvores totalmente iluminadas por milhares desses bichinhos. Este é o espetáculo criado em diferentes localidades como a Papua-Nova Guiné, onde hotéis e resorts oferecem a seus hóspedes excursões noturnas para apreciar a beleza do fenômeno.

Piscinas Geotermais, Estados Unidos: situado no encontro dos estados de Wyoming, Idaho e Montana O Parque Nacional de Yellowstone abriga algumas das principais belezas naturais dos Estados Unidos.  Entre as mais famosas, encontra-se uma série de mais de 15 gêiseres, termas e piscinas coloridas com diferentes tons de azul, verde, amarelo e laranja.

Lago das águas vivas, Palau: mergulhar num lago cheio de águas-vivas pode soar como uma tortura. Mas neste lago das Ilhas Rock de Palau, onde águas-vivas ficaram presas há muitos anos e se reproduziram e perderam sua capacidade de machucar, o mergulho é um espetáculo único. Milhares destes animais ocupam as águas do lago, criando um visual e uma sensação inesquecível para aqueles que mergulham entre eles.

Cavernas de Waitomo, Nova Zelândia: as cavernas da região de Waitomo, na ilha norte da Nova Zelândia, abrigam um fenômeno fascinante e único no planeta. A presença de vermes luminosos ilumina de maneira incrível paredões inteiros, apreciados em passeios noturnos a bordo de botes pelas cavernas inundadas.

Baía Bioluminescente, Puerto Rico: mais conhecida como “Baía Bioluminescente”, a Baía Mosquito, situada no litoral de Vieques, em Puerto Rico, é famosa pela presença de um plâncton luminoso que brilha na água criando um espetáculo de luzes. Excursões noturnas de barco levam os turistas a ver de perto este impressionante fenômeno natural.

Geleira se partindo, Groenlândia: a imagem e o som de geleiras se partindo, com imensos pedaços de gelo caindo na água impressionam aqueles que têm a chance de assistir ao espetáculo. A remota localidade de Ilulissat, na Groenlândia, é o lugar indicado para ver de perto uma geleira se partindo. A geleira de Sermeq Kujalleq tem grandes pedaços de gelo desabando diariamente e transformando-se em grandes icebergs.

Vulcão Pacaya, Guatemala: a 25 km de Guatemala City, o vulcão Pacaya está ativo constantemente desde 1965, e entrou em erupção mais de vinte vezes nos últimos 500 anos. Trilhas levam os visitantes para ver de perto rios de lava incandescente, e há até quem goste de preparar marshmallows usando o intenso calor vulcânico.

Andrés Bruzzone Comunicação