
Atualizada às 13h01 No primeiro dia de novembro, todo ano acontece a Maratona de Nova York. A largada é pela manhã, a partir das 9h40, na ponte Verazzano, em Staten Island, e o encerramento no Central Park. Trata-se da maior corrida do mundo: são mais de 100 mil candidatos a cada ano. Não somente os valores instigam os atletas profissionais do mais alto escalão - a premiação é de 600 mil dólares - mas também a oportunidade de uma exposição midiática para o mundo. Afinal, são mais de 2 milhões de espectadores pelas ruas do circuito e outros 315 milhões de telespectadores ao redor do planeta. Este ano tem um ingrediente especial para os brasileiros: o atleta de Brasília Marilson Gomes dos Santos, ganhador em 2006 e 2008, corre pelo tri e é um grande candidato em 2009.
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A ING New York City Marathon, impós um novo conceito às antigas e modestas corridas;, que hoje se reproduz nas grandes cidades do mundo, atraindo multidões e muita cobertura na mídia. A primeira Maratona de Nova York, porém, foi um caso humilde. Em 1970, apenas 127 corredores pagaram a taxa de entrada de $ 1 para participar de uma corrida de 26,2 quilômetros num ¿looping¿ dentro do Central Park. Um dos seus fundadores, Fred Lebow, redesenhou o percurso através de todos os cinco bairros de Nova Iorque e seis anos depois, os competidores, estavam percorrendo Staten Island, Brooklyn, Queens Bronx e Manhattan. O curso atraiu tanto que o corredor medalhista olímpico da época, Frank Shorter, participou da edição, e junto dele os repórteres e câmeras de televisão. Desde então estiveram presentes figuras importantes como a norueguesa Grete Waitz, o sul africano Willie Mtolo ou a queniana Tegla Loroupe, que elevou o espírito feminista ao rasgar a fita de chegada em 1994. Mas os anônimos também estão presentes, e é freqüente o uso de fantasias entre os corredores, cerimônias de casamento durante a corrida e outras loucuras que atestam o charme particular desta Maratona.
E acompanhando o percurso da Maratona, Nova York tem os seus passeios imperdíveis. A começar pelo Central Park: com 3,4 km2, é apropriado para correr ou mesmo passear, tem vias até para automóveis e cavalos; chega a receber todo ano 25 milhões de visitantes e hoje é um dos mais seguros parques do mundo. Há a Brooklyn Bridge, inaugurada em 1883, e que foi, por muito tempo, a ponte pênsil mais extensa do mundo, com a inovação do uso de cabos de aço. Pode-se caminhar ali por perto no Brooklyn Promenade e depois cruzar a ponte, no sentido Brooklyn-Manhattan, para chegar ao Parque City Hall. A Estátua da Liberdade é outro ícone, seguramente o mais famoso. Foi inaugurada em 1876 (esperava-se comemorar os 100 anos da Revolução Francesa, mas ela ficou pronta só 10 anos depois). Outro local imperdível é a Times Square, nome da área formada pelo cruzamento da Broadway com a Sétima Avenida, entre as Ruas 42 e 47. O New York Times, para celebrar a mudança para a região que agora levaria seu nome, fez uma grande festa marcada por fogos de artifício. Assim, em 31 de dezembro de 1904, nascia a tradição de se comemorar o Reveillon na Times Square. Nesta área, além dos teatros, estão também o Museu de Cera Madame Tussaud, a mega loja de brinquedos Toys'R'Us, a loja da Swatch, o Planet Hollywood e o estúdio da MTV.
Agência Andrés Bruzzone Comunicação
Especial para Terra
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Divulgação
A maratona de Nova York é uma das maiores e mais tradicionais do mundo
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