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 'Lagoa azul' da Islândia é spa termal no meio do gelo

A Blue Lagoon atrai visitantes para suas águas quentes e vaporosas. Foto: Divulgação

A Blue Lagoon atrai visitantes para suas águas quentes e vaporosas
Foto: Divulgação

Pense numa paisagem gélida, com amplos vales e montanhas cobertas de neve. Agora imagine deparar-se com uma enorme lagoa de águas quentes e vaporosas bem no meio do gelo. Pois esse lugar existe e tornou-se um dos pontos turísticos mais procurados da Islândia: ele se chama Blue Lagoon (Lagoa Azul, em tradução livre).

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Localizada na cidade de Grindavík, a 39 quilômetros da capital, Reykjavik, a lagoa atrai visitantes não apenas pela beleza, mas por suas propriedades medicinais. São mais de 6 milhões de litros d'água em uma temperatura de aproximadamente 40°C, formando um spa geotérmico de 5 mil metros quadrados. Além do efeito relaxante, a alta concentração de algas e sais minerais é eficiente no combate ao envelhecimento e no tratamento de doenças de pele.

Não é difícil encontrar crianças e adultos encantados com as nuvens de vapor. O que poucos sabem é que a lagoa é resultado da ação conjunta entre as forças da natureza e a tecnologia. A água - aquecida pelo magma vulcânico abaixo do solo - chega até a piscina natural com o reforço das turbinas utilizadas para abastecer toda a cidade com água quente.

Serviço: Para se banhar, os turistas precisam desembolsar 20 euros (cerca de R$58) na Blue Lagoon Clinic, que também oferece hospedagem, restaurante e outros produtos e serviços. O governo islandês afixou um código de higiene que obriga os visitantes a tomarem uma ducha antes de entrarem na lagoa, com direito à multa para quem desobedecer. Ônibus para o complexo da Blue Lagoon partem diariamente do centro de Reykjavik e do aeroporto internacional de Keflavik. Saiba mais em: www.bluelagoon.com.
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