Esotérico

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19 de fevereiro de 2012 • 09h19 • atualizado em 27 de Fevereiro de 2012 às 21h22

Pessoas sensitivas: saiba mais sobre quem pode prever o futuro

O vidente deve saber esclarecer as probabilidades
Foto: Getty Images
 

Nenhum sensitivo sabe tudo. Conte ou não com o auxílio de diferentes indicadores, como cartas de tarô, mapa astral, borra de café, ele dificilmente atingirá a verdade plena, embora possa chegar muito próximo dela.

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Como outros profissionais, das mais diversas áreas de atividade, o sensitivo também corre o risco de se enganar, de fazer uma abordagem equivocada, principalmente quando o destino do consulente se mostra impreciso, instável, ou muito encrencado.

Pode-se afirmar que não é o nível de "acertos" que define o bom consultor. Mesmo porque, o futuro é de livre arbítrio e responsabilidade total do cliente. O sensitivo consciente, como a grande maioria é (senão, não seríamos sensitivos), sabe muito bem que não é permitido escolher pelo cliente, ou mesmo encaminhá-lo para uma solução que não tenha sido idealizada por ele próprio. Afinal, para fazer essas escolhas é que ele está aqui. É delas que depende todo seu futuro.

Fazer previsões é arriscado, pois pode interferir até no destino do consulente, levando-o a trilhar caminhos que, se não lhe fossem sugeridos, por conta própria, ele nem imaginaria serem possíveis. Então, o mais importante é que o vidente, em vez de prever acontecimentos futuros, saiba esclarecer as probabilidades, mostrando ao seu cliente as diferentes nuances que são observadas na entrevista pessoal, para que a partir delas, ele se posicione em termos de sua própria vontade.

A certeza de tudo saber e de tudo acertar prejudica, em primeira instância, o próprio sensitivo, cuja responsabilidade é colocada em questão, uma vez que prever fatos e circunstâncias, pode causar grandes danos a uma alma aflita, que precisa se encaminhar usando suas potencialidades naturais, as quais não permitem interferência alheia. O sensitivo pode orientar, mas nunca decidir pelo cliente.

Salvo em situações que exponham o consulente a algum perigo, é melhor que o consultor se mantenha neutro e respeite a liberdade do interlocutor. Já atendi gente disposta a cometer crime passional, a atentar contra a própria vida, a desfazer a família, entre outros dramas a que está exposta a alma humana. Em casos assim, não só é permitido, como é absolutamente necessário interferir e convencer a pessoa a modificar suas intenções, antes que uma desgraça se abata sobre ela.

Saber como e quando interferir nas decisões do cliente, é a mais importante tomada de posição do médium.

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold, ou entrar em contato com ela, clique aqui.

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