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Marina Gold

Amor bandido: conheça as armadilhas desse relacionamento

"Amor bandido" existe sim! Sou testemunha plena de que existe. Quantas lágrimas pingaram sobre a minha mesa de trabalho, quantas mulheres, das mais diferentes condições e idades se desesperaram... Mulheres, sim, e essa é outra constatação importante. São mulheres as principais envolvidas nessa espécie de vínculo, tão contraditório.

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O quadro geral se repete, um padrão de estrutura básica: aí está ela em grande sofrimento, porque foi abandonada pelo homem que só a fez sofrer, que não a valorizou por anos a fio. Ela, cabisbaixa, fragilizada e infeliz, não se dá conta da dimensão do abismo para o qual ele a empurrou e o que ela deseja mesmo, viciada na queda, é continuar a cair.

Amor bandido, sedutor, é aquele que se impõe devagar, solícito e atencioso. Envolvendo a mulher, ele acaba confessando a ela todas as dificuldades pelas quais tem passado, as injustiças profissionais e até mesmo os tropeços conjugais. Macio, ele vai enrodilhando a mulher embevecida, lento e ardiloso como uma serpente que só aperta o laço quando a vítima já não pode mais escapar.

"Sim", resolve ele, "só você pode me ajudar". O nó aperta a romântica criatura que, hipnotizada pela chance de ser tão importante para alguém no mundo, se entrega desmedidamente, ilimitadamente.

O amor bandido monta então a próxima armadilha: torna-se arredio, explica-se cada vez menos, e - essa é a finalidade - mostra a sua verdadeira natureza de controlador, com imensa disposição para ferir a sua vítima.

Ela sofre. Ele a censura, reprime e atormenta. Ela se desequilibra, se atrapalha na vida profissional, perde a autoestima, se vê feia no espelho. Golpe final, sem compaixão, o amor bandido se afasta com vagas explicações, pressa e mau-humor. Se vai sem deixar rastro.

Com ela fica a perplexidade de estar de repente sozinha, a necessidade de reiniciar um caminho, de reorganizar uma vida cujo sentido ela perdeu, de juntar forças para se recuperar. Ocasião propícia para pedir ajuda! Há uma gama de profissionais competentes - do comportamento ao sentido espiritual da experiência - que podem auxiliar oportunamente, seja avaliando a trajetória psicológica, seja compreendendo a expressão do carma - para dele se libertar.

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Marina Gold

Getty Images
Por um amor bandido, a mulher acaba se desequilibrando
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