Ambientes

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Decoração sóbria esconde moderno sistema de automação

Designer desenha móveis para revestir equipamentos e fiação com visual clean em casa de São Paulo

 

O projeto de decoração clean e sóbrio que a designer de interiores Marília Veiga criou para uma grande casa em São Paulo esconde uma característica fundamental da residência: um sofisticado sistema de automatização. “A tecnologia é bem importante neste projeto”, resume a profissional.


Na sala, por exemplo, uma grande lareira revestida de mármore atendeu, de maneira surpreendente, ao desejo do morador de tornar o ambiente aconchegante. Em vez de usar lenha, a peça é a gás. Além disso, os dois grandes móveis de madeira desenhados pela designer – que criou toda a marcenaria –, um em cada lado da lareira, disfarçam uma miríade de equipamentos eletrônicos, como DVDs e rádios. “Há até entrada para tocar música com o tablet, para quando o cliente faz algum evento social na casa”, continua Marília. Até por isso, caixas de som estão espalhadas por toda a casa.


A fiação necessária para toda essa tecnologia passa pelo forro do teto. E a discrição das instalações fica ainda mais evidente no andar de cima, em que há um home theater que é praticamente um cinema. “nesta parte há um telão e um grande sofá, que comporta várias pessoas”, afirma Marília. O ambiente mais reservado de cima explica-se: o morador é um homem separado com filhos, e, no andar de cima, ele pode ter privacidade enquanto a parte de baixo é usada para algum evento social.


Por sinal, a vida agitada da casa também determinou a configuração do andar de baixo, que é composto de vários ambientes, mas todos muito bem integrados. Assim, por exemplo, sala de jantar, sala de estar e sala de televisão se interligam quase sem distinção, privilegiando a circulação das pessoas. O mesmo ocorre em relação à área externa, que tem piscina, jardim, churrasqueira e um espaço para visitas, e que se liga organicamente ao interior. “Há uma decoração mais sofisticada dentro e mais descontraída na piscina, mas ambas conversam”, explica Marília.

 

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